Uma juventude com poucas perspectivas onde muitos fizeram a triste opção pelo caminho da delinquência. Mas o que leva um jovem a se digladiar com outro por estarem em grupos criminosos diferentes? A matança na cidade de Patos estaria sendo praticada por aqueles que buscam territórios para atos ilícitos?
Os cidadãos patoenses estão temerosos pela disputa entre grupos marginais e que agem nas sombras. Um intitula-se “Okaida” em alusão a organização fundamentalista internacional Al-Qaeda que disputa o poder geopolítico no Oriente Médio. O outro grupo denomina-se Estados Unidos (EUA), país que é a maior potência capitalista e bélica do mundo. Por ambos se
Pichações na cidade de Patosenfrentarem e terem a notoriedade internacional, esse fator teria influenciado o nome dos grupos marginais no município.
Okaida e Estados Unidos são os grupos mais evidentes, porém existem outros que atuam em Patos. O PCC, em referência ao Primeiro Comando da Capital, grupo criminoso que atua com mais força em São Paulo, também tem seus adeptos na cidade de Patos.
No Bairro Monte Castelo as pichações provocativas chamam a atenção de quem passa nas vias movimentadas. “O terror voltou EUA”, “EUA...tá dominado”, “EUA vai morrer...”, “Vai morrer geral OKD MZR”. MZR seria a abreviatura de miséria ou miseráveis.
Postes, muros, fachadas de casas, dentre outros locais, estão sendo usados para deixar as mensagens provocativas e que podem estar demarcando espaços de atuação criminosa. A sustentação dos grupos pode estar ligada diretamente à venda de drogas ilícitas.
A ausência de leis mais duras, a falta políticas públicas para juventude, a carente infraestrutura nos bairros, família desestruturada, além da sociedade que tem primado o TER em detrimento do SER vai causando estragos mais profundos na juventude que é vitima do crime que tem levado a morte.
TVcidadepb patos Sex, 26 de Fevereiro de 2016 17:22 Para fortalecer as ações de combate à dengue nas escolas, já está disponível na plataforma ead.seduc.ce.gov.br uma formação virtual voltada aos professores de língua portuguesa das escolas estaduais que sugere diversas atividades para a sala de aula, unindo gêneros textuais e informações educativas sobre o combate ao mosquito Aedes aegypti. A capacitação propõe que os estudantes, dentre outras atividades, criem uma campanha publicitária com foco na prevenção da dengue com a definição do público-alvo, objetivos, cronograma e espaço de atuação. Ao longo do curso, os alunos são estimulados a pesquisar sobre o tema e a debater as informações que encontram, apresentando suas ideias e opiniões aos colegas de sala e professor. O mini-curso “Todos contra o mosquito: escrevendo uma nova história” tem a duração de 16 horas e, para participar, o professor precisa realizar um cadastro e acompanhar os módulos. Porém, o público em geral ...
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